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A migração do Pato Econômico para o sul

Não foi só essa blogueira aqui que curtiu Buenos Aires recentemente. O nosso amigo Ernesto, o grande Pato Econômico e incansável viajante, também esteve lá (e também em Ushuaia) e nos enviou as suas dicas de como aproveitar bem a cidade sem abusar nos gastos. Com a palavra, Ernesto:

Passeio web para planejar o que você quer fazer: www.bue.gov.ar (com opção de português na parte superior da tela). Boas dicas de roteiros a pé, com mapas, e das atividades que estão muvucando. Um dos melhores sites oficiais que já vi até hoje.

Câmbio: Use sempre o Banco de La Nacion, especialmente se for trocar Reais. A taxa do Banco é 15% melhor do que a das casas de câmbio da Florida e torna desnecessário o trabalho de trocar Reais por Dólares, e estes por Pesos. O Banco de La Nacion fica depois do desembarque, logo à direita. Lembre-se que o dólar é bem aceito em compras, mas, em geral, a cotação do real não é boa.

Museu Evita: Toda a história de Evita Peron. Para você que gostou de Evita…Rua Lafinur 2988, Metro Plaza Italia. Lá perto você pode conhecer o Jardim Botânico (grátis), o Zoológico de Buenos e o Jardim Japonês (8 pesos cada um). Perto dele há um shopping novo e vazio onde você pode fazer compras, o Pátio Alcazar.

Táxi: Nunca tive qualquer problema, mas como já ouvi alguns relatos de pessoas que tiveram problemas, como voltas e notas falsas, recomendo pegar sempre os rádios táxis, que estão marcados na porta como tais. Os ônibus velhinhos são charmosos, mas você precisa de moedas no valor exato, pois a cobrança é por máquinas automáticas que não dão troco. A tarifa são ridículos 60 centavos de Real: 1 peso…O metro, que lembra bastante o de Paris, também merece ser conhecido.

Atrações culturais: Acho imperdíveis o Museu Nacional de Bellas Artes, Avda. Libertador 1473 - Horários: Terça a Sexta, de 12:30 às 20:30, Sábados e Domingos, de 9:30 às 20:30 (www.mnba.org.ar) Entrada gratuita. O Malba - Fundación Constantini (www.malba.org.ar) tem uma curiosa coleção de arte moderna, que, pela sua qualidade, agrada até aqueles que não são tão fãs de arte moderna como eu. Fica na Avda. Figueroa Alcorta 3415. Entrada a 14 pesos, mas é grátis na quarta-feira.

Novo e desconhecido: O museu do Tango, ao lado do Café Tortoni, a partir das 13:30, é uma das melhores barbadas de Buenos. Verifique antes pois geralmente de terça a quinta, há ensaios de orquestras de tango. Música de qualidade, em ambiente informal, além da história do tango.

Restaurantes: Fui na dica do Riq. Gostei muito do peruano que ele indicou, o Ceviche, na Costa Rica 5644, com almoço executivo a 30 pesos, e o La Cabrera, churrascaria na Cabrera 5099, com excelentes carnes a aproximadamente 70 pesos por pessoa, com vinho. Ótimas dicas no site www.guiaoleo.com.ar . Apesar do nome estranho, é um guia bem atualizado de restaurantes, com todos os tipos de comidas. Uma churrascaria bem tradicional é o La Estancia, perto do Obelisco.

Compras de casacos de couro, de excelente qualidade, por 140 dólares: Leather Shop, na Florida 544.

Melhores compras: maquiagem, roupas em geral, CDs e comestíveis.

Boas e novas dicas de Hotéis em Bs. As.: todos ficam no Centro, perto da 9 de Julho e Av. de Mayo, e ao lado do metro (Peru). Nenhum deles está nos consolidadores de hotéis tradicionais. Os preços que obtive foram no carnaval brasileiro, assim talvez numa temporada mais baixa seja possível negociar um desconto melhor. Os preços abaixo são para casal e incluem o IVA:

  • Hotel dos anos 30, bem arrumado e que conserva o esplendor da época de ouro de Buenos, com ótimo café da manhã, onde viveu Garcia Lopes, com diárias de 110 dólares. Castelar, na Av. de Mayo 1151. www.castelarhotel.com.ar
  • Minha dica de pato econômico é um Hotel pequeno, limpo, remodelado, com quartos agradáveis e ótimo chuveiro (não se deixe levar pela recepção, que é feia, e pela placa do American Express, que sugere locais caros). A diária para pagamento em dinheiro é de 150 pesos, ou cerca de 48 dólares: Splendid Hotel - www.hotel-splendid.com.ar - reservas: ventas@hotel-splendid.com.ar (falar com a gerente Carmen, muito simpática).
  • A melhor dica econômica para quem quer economizar e não quer ficar em albergue, diárias a partir de 35 dólares, é um hotel recém remodelado: Hotel Alcazar, Av. de Mayo 935, tel. 4535-0926 (não tem site). O preço não inclui café da manhã.

É isso aí, Ernesto! Quem sabe algumas dicas de Ushuaia também? ;-)

Fim de ano, fim de viagem

Ao voltar de um dia cheio (de sol) em Colonia, tudo o que queríamos era relaxar um pouco na nossa casinha portenha temporária. E era mesmo fundamental, pois era noite de Reveillon e ficar em casa não era uma opção…

Preferimos fazer a ceia em casa mesmo. A cidade estava totalmente cheia de turistas norte-americanos e europeus, conseqüência: os preços nos restaurantes estava inacreditável, fora que comida servida nestas circunstâncias costuma ser apenas aceitável. Fizemos nossas comprinhas no Carrefour do Shopping Alcorta (obrigada, Sylvia!) e trouxemos algumas gostosuras do free shop do barco também. Foi ótimo ;-)

Aproveitamos para comprar algumas mini-Chandon, que foram devidamente geladas até a hora de sair para a rua. O centrinho da Recoleta estava um sossego, mas tínhamos ouvido falar que alguma coisa acontecia em Puerto Madero. Táxi!

Mas cadê táxi nas ruas? Nada, nada…quando vinha um, estava tomado. Demorou um bom tempo até conseguirmos um em que o taxista mal-humorado despejava todo o seu veneno sobre esse hábito brasileiro de festejar a passagem do ano. Fogos? Pra quê? Aparentemente todos os argentinos estavam em casa quietinhos. Um pouco de conversa e veio uma certa melancolia: ‘Acho que, na verdade, somos um pouco tristes’. Ahh…fica assim não, moço. Cada um comemora do seu jeito ;-)

Em Puerto Madero finalmente vimos onde estavam as pessoas naquela cidade. Bem, pelo menos todos os brasileiros, hehe…e alguns europeus também. O clima estava ótimo, gente de todas as idades passeando, os restaurantes lotados, alguns com música na parte externa, gente dançando em toda parte.

Tudo estava lindo, muito iluminado, os barcos passando cheios de festa…uns fogos (até que bem razoáveis) estourando, espumantes abertos e aí está 2008 -D

Nos surpreendemos positivamente, achamos que seriam meia dúzia de gatos pingados reunidos para comemorar o Reveillon, mas parece que subestimei a nossa vontade de festejar (e a quantidade de brasileiros em Buenos Aires ). Foi uma noite muito divertida e gostosa. Para quem estiver pensando em algo parecido no próximo ano, ficam as sugestões:

1. Táxis são um problema nesta noite. Procure ir mais cedo do que fomos para Puerto Madero (já era quase 23:30 quando chegamos lá) e a volta…é um mistério. A não ser que consiga marcar com algum taxista, é bem provável que se volte a pé um certo trecho até conseguir um carro.

2. Fora Puerto Madero, não há muito a se fazer na cidade, que fica totalmente vazia. Os restaurantes pega-turista da Recoleta ficam cheios de gente pagando até 300 pesos por uma ceia, mas a animação é zero (pelo menos do jeito que gostamos).

3. Se possível, volte para o Brasil no primeiro dia do ano. A cidade fica absolutamente morta depois do Reveillon e até mesmo Palermo parecia um bairro fantasma. A Recoleta começou a despertar somente no final da tarde.

Depois de um dia de descanso e com a perspectiva de voltar para casa no dia seguinte, nada como fechar bem a viagem: uma visita ao Faena para jantar no famoso El Bistro e seus unicórnios starckianos -D

(site do Faena Hotel + Universe)

Até a próxima, Buenos! ;-)

Colonia del Sacramento: indo e vindo de Bs. As.

Como alguns já devem saber, esse título é uma homenagem à Carla do Idas e Vindas, que nos inspirou neste bate-volta com a sua série sobre Colonia del Sacramento. O que sentimos, através do relato dela, foi uma cidade encantadora e tranqüila, e a nossa decisão foi reservar um dos nossos dias em Buenos Aires para ir a Colonia.

Tentamos reservar as passagens pela internet através do site da Buquebus, mas o final de ano tornou tudo mais concorrido e não conseguimos. No primeiro dia em Buenos Aires, no entanto, seguimos direto para o escritório deles na Recoleta e aproveitamos duas desistências. Eba! :-D

Era justamente na véspera do Reveillon, dia que queríamos ficar na cidade para relaxar e curtir mais a noite, mas sem problemas…aliás, o único quase-problema que tivemos foi no próprio dia da viagem: mesmo com TV e rádio no apartamento, não nos demos conta de que o horário de verão tinha mudado justamente naquela noite! Estávamos tranqüilamente tomando café no nosso cantinho de praxe, quando vimos o relógio: 9 horas!!!

Chamamos o garçom e ele confirmou: ‘Vocês não sabiam do horário de verão?’ (Suspiros profundos.) Perdemos uma grana e o passeio, pensamos. Mas fomos de qualquer jeito para o terminal de embarque em Puerto Madero e…voilà! Eles tinham alterado o horário para as 10 horas, íamos para Colonia!

Moral da história: por mais que férias sejam para relaxar, não custa nada prestar mais atenção aos noticiários locais…e sempre confirmar se não há nenhuma mudança de horário à vista :mrgreen:

Depois do check-in e da imigração, finalmente entramos no barco. Tínhamos escolhido o buque rápido, que chega a Colonia em apenas 50 minutos. É um barco confortável, com ar condicionado, lanchonete e free-shop.  Alguns minutos de navegação e Buenos Aires aparece pequenininha, ao longe…e não demora muito e já chegamos.

A partir do cais, a caminhada até o centro histórico é rápida, não mais que dez minutos. Uma parada no centro de informações turísticas para pegar um mapa e seguimos pelas deliciosas ruas arborizadas da cidade.

As belas casas coloniais indicam a entrada no bairro histórico…

…e um pouco à frente, o Rio da Prata.

A cidade foi fundada no século XVII pelos portugueses e bastante disputada pela sua situação estratégica, no acesso ao Rio da Prata. O seu controle mudou das mãos dos portugueses para os espanhóis e de volta aos portugueses durante cerca de um século. 

Toda essa alternância de poder influenciou na variedade arquitetônica encontrada em Colonia, que é bem diferente de outras cidades coloniais que temos no Brasil. As casas são mesmo um espetáculo…

(A combinação casinha branca colonial-primaveras é irresistível :mrgreen: )

É difícil escolher um canto preferido na cidade. O passeio que contorna o rio é lindo, especialmente com o dia maravilhoso que estávamos tendo, sem uma nuvem no céu…a Plaza Mayor também convida a sentar um pouco e deixar a vida acontecer :-D

 

Num dos cantos da praça está o Portón de Campo, com o brasão de Portugal, entrada oficial da cidade antiga. Nós acabamos entrando pelo outro lado, mas acho que vir por aqui dá um impacto maior, com o fosso e a ponte de madeira :-D  Ela faz parte da muralha que contornava a cidade e da qual podemos ver ainda um pouco do que resta, no trecho que vai do portão até o rio.

Descendo em direção ao rio e à direita novamente, entramos na famosa Calle de los Suspiros. É uma das ruas mais características, com calçada tipo pé-de-moleque bem irregular e casas das mais antigas do bairro histórico, muito simples, em tons de rosa. Algumas são ateliês e lojas de antigüidades. Uma visão muito bucólica e simpática.

Subindo de volta à praça e indo um pouco à frente, chegamos na praça da Igreja Matriz (aqui vista de cima do farol).

Nesta praça ficam também as ruínas da Casa do Governador: na prática restou somente o traçado da casa, com a indicação dos cômodos. Pode-se andar sobre elas através de passarelas.

Na praça também fica o El Drugstore, restaurante muito charmoso e recomendado pela Carla. Só não almoçamos ali porque o calor absurdo nos fez procurar a beira do rio, onde soprava uma brisa. Digamos que uma Patrícia geladinha também tenha ajudado :mrgreen:

Depois da pausa, extremamente necessária para diminuir a temperatura corporal, seguimos de novo pelas ruas…cada canto é mesmo muito fotogênico e esses carrinhos antigos fazem a sua parte  ;-)

Queríamos ainda subir ao farol, que fica na Plaza Mayor, junto às ruínas do Convento de São Francisco.

Vale a pena subir e ter uma bela visão da cidade…

…e do rio.

A essa altura do dia tínhamos que voltar ao porto para pegar o barco de volta a Buenos Aires…ainda tínhamos um Reveillon pela frente! :-D

PS: E se me perguntam se vale a pena investir um dia em Buenos para ir até Colonia, digo que sim, se você é um(a) fã de cidades históricas, como eu. Nós realmente gostamos da cidade (como vocês podem ver pelo post gigantesco!). E na próxima vez, queremos fazer como a Carla e dormir lá: a atmosfera deve ser deliciosa. Além do Radisson, onde ela ficou, achamos bem simpática uma pousada dentro do centro histórico, a Posada del Virrey.

Dia de feira…

No domingo já tínhamos programação pronta: claro que eu não iria perder a feirinha de San Telmo…Antes de seguirmos para lá, aproveitei para mostrar ao Marc dois pontos turísticos principais do bairro onde estávamos: o Cemitério da Recoleta e a Igreja de Nossa Senhora do Pilar.

O Cemitério não é muito o meu estilo de passeio, mas tenho que admitir que existem algumas obras lindas ali dentro, especialmente em estilo art-déco e art-nouveau. Para conferir, dê um pulo na casa antiga da Mô Gribel, onde ela postou umas fotos branco-e-preto muito inspiradas. Outro site interessante é o After Life, também com muitas informações e fotos.

Já a igrejinha da Recoleta é sempre uma visão reconfortante, por dentro ou por fora, vista da praça. É uma construção do começo do século XVIII, em estilo barroco, e tem lindos altares e azulejos. Bom mesmo é ir à Freddo bem em frente e tomar um sorvete delicioso (o meu preferido é frutilla con crema) só olhando o movimento, o jardim, a igreja colonial…

No domingo de manhã, o movimento na Recoleta era pequeno, só a saída da missa ainda agitava um pouco aquele trechinho do bairro. Mas ao chegar em San Telmo…

A praça Dorrego já estava lotada…os tradicionais dançarinos de tango já estavam se apresentando e, um pouco à frente na Defensa, uma ótima orquestra tocava na calçada. Claro que fui dar uma olhada nas barraquinhas :mrgreen: , enquanto o Marc disse: ‘Passo’ e foi se acomodar num barzinho ao redor :roll: E olhando melhor…observei que esta dinâmica de casal em San Telmo era bem comum, a julgar pela quantidade de homens com cara de tédio em volta da praça :lol:

Eu achei a feirinha bem divertida…um amante de badulaques pode facilmente deixar mais pesos do que gostaria ali. A banca dos gramofones é muito curiosa e as roupas femininas de época e jóias antigas fazem sonhar com épocas mais elegantes. Se não fosse o calor, que já estava derrubando a minha pressão, teria ainda fuçado mais. Mas para o bem do meu corpo e do meu bolso, fomos parar no Bar Plaza Dorrego, um clássico.

Um chope geladinho (lá sempre acompanhado de um pratinho de amendoins) ajudou a espantar um pouco o calor e só depois é que prestamos atenção com cuidado no lugar. Além de muito animado, é uma volta no tempo: aparentemente nada mudou muito desde o final do século XIX (até a poeira :lol: ), quando era ainda uma mercearia, conforme nos informou o simpático senhor que cuidava do caixa.

É inegável que San Telmo seja turística, mas é também muito divertida, um clima de festa, de relax…

Depois da pausa necessária, seguimos a pé até Puerto Madero. Essa região não tinha me empolgado muito da primeira vez…era um dia de semana e o lugar estava deserto. Só que desta vez eu estava lá num domingo, além de um dia especialmente bonito, e tinha muita gente passeando e procurando um lugar legal para almoçar.

Nós escolhemos mais uma dica dos Destemperados, a famosa parrilla do La Caballeriza. O lugar, apesar de grande, é charmoso e a comida é muito saborosa. Pedimos os ‘básicos portenhos’: bife de chorizo, batata assada, um malbec e panquecas com dulce de leche, claro. Olha…está me dando água na boca só de lembrar. Melhor ir adiante :lol:

Reunimos coragem e continuamos a pé até o centro. Uma passadinha nas Galerias Pacífico para comprinhas e um encontro inesperado com a Mari :-D Sabíamos que ela estaria na feirinha, mas acabamos nos encontrando só mais tarde.

Queria também conferir a recomendação do Riq, de não perder a milonga da Confitería Ideal. Sabia que dançar mesmo seria um pouco difícil, mas nada como confirmar que o tango ainda está vivo, e não só nas casas de show turísticas: as pessoas pareciam estar compenetradas, fazendo o que gostavam, sem se importar com os olhares de curiosos (como nós). Fora que o próprio prédio é um espetáculo…fico impressionada como a cidade ainda conseguiu manter certos edifícios e o seu ambiente antigo, coisa que é difícil de se achar por aqui. Adoro isso…

Ainda havia um lerê bacana para mostrar ao moço, o Café Tortoni. Só fiquei de boca aberta com a fila…quanta diferença da tranqüilidade de se estar na baixa temporada. Apesar do tempinho na fila, o Tortoni é lindo e vale um pouco de espera. E ainda por cima encontramos…Mari! Essa cidade é mesmo um ovo :lol:

O sol e as caminhadas me nocautearam…nada como voltar para casa e para o ar condicionado ;-)

Encontros nada casuais em Bs. As.

O sábado (29/12) começou tranqüilo…queríamos curtir a manhã nos parques de Palermo. Acho essa região uma das mais agradáveis de Buenos Aires: os parques são bem cuidados e o clima é de puro relax. Principalmente no Jardín Japonés.

Esse lugar é definitivamente um favorito meu, assim como de muita gente. Cada cantinho convida a sentar e relaxar e também a clicar. Que lugar fotogênico!

O jardim não é simplesmente um lugar de relaxamento e contemplação: a fundação que o administra sempre apresenta uma agenda cheia de atividades, como cursos de danças japonesas e origami, cerimônia do chá e exposições de orquídeas. Além de contar também com um restaurante típico, que abre para almoço e jantar. Pena que não pudemos conferi-lo.

Apesar de tantas atrações, nos deixamos somente ficar num banco um longo tempo, apreciando a beleza da paisagem. E também nas pontes, observando as carpas gigantes que abriam suas enormes bocas ao ver qualquer um se demorar por ali.

Foi bem difícil se mover…na próxima vez vou levar um bom livro e um piquenique (inspirada no post da Claudia Carmello) e simplesmente ir ficando…Mas continuamos a caminhada até o Parque Tres de Febrero.

O objetivo era chegar ao Rosedal que, mesmo sem flores no verão, é um lindo parque.

O meu objetivo desta vez era visitar o Pátio Andaluz, levada pelo post da Carla, mas infelizmente ele estava fechado. Fica para uma próxima…

Saímos dali direto para Palermo, para variar :-D Claro que era hora do almoço e fomos conferir o badalado Olsen.

O lugar tem um ambiente agradável e zen, que começa no jardim e continua no salão, todo decorado em madeiras claras, bem ao estilo nórdico. O menu tem opções de comida rápida que podem ser combinadas em entrada, prato principal e acompanhamento.

Dali seguimos para o nosso grande encontro do dia: com a Mari (y su hermana) e o Rodrigo (e a Massae)! Era para ser um cafézinho no Freddo do Pátio Bullrich, mas acabou se transformando em uma conversa de mais de 4 horas :-D

Falou-se de tudo e mais um pouco (principalmente sobre viagens, claro :mrgreen: ) e teríamos ficado muito mais. Uma unanimidade: tanto o Rodrigo como a Mari foram firmes de que nós deveríamos conhecer a Tailândia numa das próximas viagens. Quem sou eu para duvidar deles ;-)

Depois de um papo tão gostoso, só restou tempo para umas comprinhas e um gostoso jantar italiano perto de casa, no Pane e Vino.

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